Imprensa oficial em alta! Rádio mantém força e influência entre o público
Em recente visita à sede da Rotas Comunicação, representantes da ACAERT (Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão) apresentaram a nova pesquisa sobre consumo de rádio em Santa Catarina.
O levantamento, conduzido pela IRP Rádios, mostra que 8 em cada 10 catarinenses consomem rádio regularmente, sendo que mais da metade ouve o meio em casa ou no trabalho, enquanto 40% escutam no carro e 20% no celular. Em um cenário de fragmentação de canais e excesso de estímulos digitais, a constância de audiência do rádio chama atenção — especialmente quando observamos sua penetração simultânea em diferentes faixas etárias e contextos de uso.
“É mais uma prova de que a informação, quando é relevante e atrativa, procedente de um veículo oficial, sempre terá força e contribui para a reputação de marcas. Nos trabalhos de assessoria de imprensa aos nossos clientes, a rádio sempre teve a nossa atenção, logicamente, com base no assunto a ser propagado e no público-alvo. Além disso, nesta “era” tomada por “fake news”, criar histórias e narrativas focadas em canais confiáveis nunca fez tanta diferença para impulsionar empresas e negócios.”, conta a diretora da Rotas Comunicação Larissa Andrade.
Além do alcance, a pesquisa revela dados que impactam diretamente o planejamento de mídia institucional. O prime time do rádio em Santa Catarina — faixa de maior concentração de audiência ao longo do dia — vai das 8h às 19h, com mais de 1 milhão de ouvintes por minuto, chegando a picos de quase 2 milhões ao longo da manhã. A confiança no meio também se destaca. De acordo com o estudo, 64% dos ouvintes confiam nos comerciais veiculados no rádio, e 65% consideram os locutores influenciadores.
“A equipe da Rotas Comunicação acompanha de forma contínua a evolução dos meios e o comportamento dos consumidores, avaliando os impactos que cada canal pode gerar na construção de imagem e no relacionamento das marcas com seus públicos. O rádio se mantém como um veículo relevante, especialmente em estratégias que demandam cobertura regional, consistência de mensagem e conexão emocional. O dado, por si só, não define a escolha de canal, mas oferece insumos importantes para decisões mais eficazes e alinhadas à realidade de cada marca”, complementa a gerente da Rotas Comunicação, Elaine Mafra.